Runas · A ætt de Hagal
Jera
Som: j · O nome: ano, boa colheita
- colheita
- ciclo
- constância
O que dizem os antigos poemas rúnicos
O poema anglo-saxão chama a runa de ger, o verão, o tempo em que Deus deixa a terra dar fruto. Os poemas norueguês e islandês usam a palavra ár, que ali já é uma runa do a: fartura, bom verão e a lembrança de que «Frodi era generoso».
Como é lida hoje
Os leitores modernos leem Jera como a runa do ciclo do ano e da colheita que chega no seu tempo. Ela fala de um trabalho paciente que dá fruto, sem atalhos. A leitura de hoje lembra que cada coisa tem sua estação. É uma runa de constância, mais do que de sorte.
Invertida
Esta runa fica igual de cabeça para baixo; os livros de hoje não lhe dão um significado invertido.
Como runa do dia
O que você planta hoje não precisa dar fruto amanhã.
Hoje é um bom dia para continuar algo que você já começou.
Ler as runas como oráculo é um costume moderno (Guido von List em 1908, Ralph Blum em 1982); os antigos as usavam para escrever, para gravar nomes e a memória de seus mortos e para palavras de encantamento.